Governo do Distrito Federal
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14/12/17 às 16h09 - Atualizado em 14/12/17 às 16h09

Regime Próprio de Previdência Social em pauta

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No dia 8 de dezembro, foi realizado pelo Instituto de Previdência dos Servidores do DF (IPREV) mais uma edição do Iprev Debate, programa de Educação Previdenciária que tem como objetivo informar e estimular as pessoas a conhecer mais os instrumentos de previdência e as boas práticas de finanças pessoais que podem ser adotadas ao longo da vida.

 

A cada bimestre, um tema é escolhido e exposto por representantes do governo federal, dos estados e da sociedade. O tema apresentado nessa edição foi Governança – transparência e ouvidoria. A palestra abordou os mecanismos de interação com o público de aposentados e o resultado direto disso nos desafios vividos pelo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) – sistema de previdência específico de cada ente federativo – do Distrito Federal bem como mostrou o papel dos órgãos de controle no monitoramento e a importância do controle social na gestão previdenciária, por meio da ouvidoria.

 

Entre os expositores, estavam o Coordenador  de Integração e Relacionamento  Institucional da Subsecretaria dos Regimes Próprios de Previdência Social do Ministério da Fazenda, Hélio Carneiro Fernandes; o Ouvidor-geral da União, Gilberto Walter Júnior; o Diretor de Acompanhamento de Ouvidoria das Áreas Social e Econômica, Rodrigo Vidal da Costa; o Coordenador-geral de Integridade da Controladoria-Geral da União, Ricardo de Oliveira Capanema; o Subcontrolador de Controle Interno do Distrito Federal, Lúcio Carlos de Pinho Filho; e o Coordenador-Geral de Auditoria da Área de Previdência da CGU, Cristiano Paulo Soares Pinto.

 

O Diretor-Presidente do IPREV/DF, Adler Anaximandro, também integrou os painéis de debates.  “Hoje discutimos governança e transparência. O aprendizado que eles têm que levar daqui é a importância de nós estruturarmos um canal de comunicação com o assegurado e com a sociedade no geral, para que isso seja usado como meio de avanço institucional, então cada um dos servidores presentes entenderam isso, que é importante ouvir o outro lado, para que o órgão consiga fazer aperfeiçoamentos. As melhorias não surgem apenas dentro do órgão, surgem também de críticas, sugestões e apontamentos feitos pela própria sociedade”, disse Adler.

 

Para o Coordenador-geral de Auditoria da Área de Previdência da CGU, Cristiano Paulo Soares Pinto, “normalmente, os maiores problemas enfrentados pelos servidores são os entraves. Qual é o papel específico de cada órgão, qual é o papel da CGU, qual é o papel do TCU, qual é o papel da polícia? Essas são as maiores dificuldades dos servidores. Muitos deles não sabem a função de cada ente”.

 

Claiton Brito, servidor da Controladoria-Geral do Distrito Federal, afirmou que “há possibilidades de se melhorar a gestão pública, partindo de ações vindas da ouvidoria, da participação social. A população demonstrando para o Estado aquilo que ela precisa, e o Estado tentando agir não só na sua vontade, mas naquilo que realmente o cidadão procura”.

 

“Nem sempre nós temos acesso a todos os programas que estão sendo desenvolvidos pelos órgãos federais e é bacana buscar conhecimento e saber que há pessoas trabalhando no Brasil todo para o bem da população”, disse Júlio César Amorim, servidor da Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão do Distrito Federal.

 

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Por Pedro Lemos

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