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7/11/17 às 16h11 - Atualizado em 7/11/17 às 16h11

Novembro Azul

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Clique aqui e veja fotos das equipes da Seplag que vestiram a camisa em prol da causa. Mande sua foto para a ascom e faça parte desse movimento.

Você sabe como surgiu o movimento #NovembroAzul?

Internacionalmente conhecida como Movember, oriunda da combinação das palavras Moustache e November – em português, Bigode e Novembro –, a campanha surgiu em 1999. Foi em um pub na Austrália, onde um grupo de amigos decidiu deixar os bigodes crescerem durante todo o mês, como forma de conscientização sobre os cuidados com a saúde do homem, além de arrecadar fundos para instituições. O movimento cresceu e ganhou magnitude mundial.

A proposta é que o máximo de pessoas use a cor azul e deixe barba e bigode crescerem, despertando a curiosidade dos desentendidos e chamando atenção para a prevenção ao câncer de próstata. Clique aqui para ver quem já aderiu à campanha na Seplag.

 

A atenção para os cuidados com a saúde masculina é o principal objetivo do Novembro Azul. A campanha traz para o debate a importância de falar sobre o assunto e conscientizar os homens quanto ao diagnóstico precoce e à prevenção. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele.

 

As chances de cura são maiores com um diagnóstico precoce. Por isso, é fundamental fazer acompanhamento médico, com exames de rotina, a partir dos 40 anos de idade. A doença pode ser diagnosticada de duas formas: exame de toque retal e de sangue, que avalia os níveis de PSA – enzima com características que permitem verificar e monitorar a presença de tumor na próstata.

 

Por ter evolução silenciosa na fase inicial, muitos pacientes acabam não apresentando sintomas significativos – a maior parte deles é semelhante aos do crescimento benigno da próstata, como dificuldade de urinar. Já com o quadro avançado, os sintomas podem ser mais graves, como dor óssea, insuficiência renal e até infecção generalizada.

 

Entre os principais fatores que agravam o risco de desenvolver a doença, além do envelhecimento natural e histórico familiar, estão hábitos de vida não saudáveis.

 

Assim, para minimizar os riscos, a orientação é por optar uma dieta rica em frutas, legumes, verduras, grãos e cereais integrais, além da preferência por alimentos com menos gordura, especialmente a de origem animal. Outras recomendações incluem a prática regular de exercício físico (mínimo 30 minutos por dia), redução no consumo de álcool e não fumar.

 

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 fonte Seplag: Clique aqui.

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