Governo do Distrito Federal
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4/12/17 às 14h46 - Atualizado em 4/12/17 às 17h55

Era uma vez…

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Era uma vez uma cigarra que vivia brincando, aproveitando a vida, saía com as amigas noites e noites, tomava uma cervejinha, e viajava muito. Não gostava de estudar. “Isso nem pensar”, falava para as amigas. Bem, a menos que tivesse havia um bom edital de concurso na praça, com muitas vagas e uma boa remuneração inicial para o cargo. Aí teria chance de estudar e logo passar. A cigarra varava noites estudando, tentando vencer o programa do edital – que era extenso, com muita legislação e dezenas de disciplinas para serem estudadas num tempo médio de 60 dias. É claro que nossa amiga não conseguia, rolava uma fadiga, uma ansiedade, um enorme estresse, especialmente nos dias que antecediam a prova. Pensava na farra que faria, no que estava perdendo com os amigos, na noite, comparava sua vida de antes e de agora. “O que fazer?”, pensava. Estudar e sofrer assim ou entrar na festa como antes? E, quando chegava o dia da prova, baixava o famoso branco, e nossa candidata se desesperava porque não conseguir resolver todas as questões, pois não treinou direito e não planejou adequadamente as suas táticas e estratégias para conquistar a tão sonhada vaga em uma carreira pública. No fim, reprovou.

 

Enquanto isso, a formiga estudava muito baseada apenas no fato de que a autorização do seu concurso fora publicada, e que por certo o edital mais cedo ou mais tarde também seria publicado. Matriculou-se em um curso preparatório para reforçar conteúdos e suprir as suas limitações. Acordava muito cedo para estudar as matérias de maior dificuldade e aquelas de que não gostava tanto. Reservava o turno da noite para estudar as matérias mais simples ou aquelas com que tivesse mais afinidade, fazendo muitos exercícios de provas anteriores. Adorava conversar trocar mensagens com alunos concorrentes e com os mestres sobre o comportamento da banca examinadora, querendo sempre saber o que tem sido cobrado nos últimos certames. Era humilde quando procurava outros colegas para estudar em grupo, trocar material, anotações e experiências.

 

Moral da história: os resultados advêm depois de muita disciplina, perseverança, foco, muito trabalho, e uma dose de sorte – oportunidade com adequada preparação.

 

Professor J.W GRANJEIRO é diretor-executivo da Escola de Governo do DF

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